CHEGA NESTA ÉPOCA DO ANO VEM A PREOCUPAÇÃO DE SEMPRE. FOGO! COMO A ÁREA É DO MUNICÍPIO DE CAMPO BELO UMA SOLICITAÇÃO DA SOCIEDADE DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE – SODEMA NA ÉPOCA DO ENTÃO PREFEITO TARCÍSIO CAMBRAIA E DEMARCADA NO GOVERNO TÚLIO MIGUEL (JÁ FALECIDOS) E APOIO DA SAUDOSA VEREADORA FÁTIMA SALUME MATI, O PROJETO NÃO PODE FICAR NO ESQUECIMENTO SEGUNDO O ATUAL PRESIDENTE DA SODEMA CARLO ELIA MATI.
Beleza natural mesmo neste período de seca aparece ao nossos olhares curiosos.
Mina potável que fornece água para os moradores do entorno e pessoas que ali frequentam…
Atrás deste bambuzal está a Escola Municipal Cônigo Ulisses (por inclível que pareça foi deslocada para Praça Cônigo Ulisses). Esta escola poderá estar em sintonia com as atividades deste futuro Parque Municipal de Campo Belo abrindo um novo desenvolvimento sustentável em nosso município.
Muro que cerca a EM Cônego Ulisses com o futuro Parque Municipal de Campo Belo.
O Campo do Comercial Esporte Clube está abaixo do futuro Parque Municipal de Campo Belo, e quando pega fogo não tem como ter prática esportiva.
O morador Antonio Mariano e a esposa Francisca Rosaria Mariano moram no local há 53 anos. Ele faz aceiro entre a casa a matinha que hoje é o futuro Parque Municipal de Campo Belo. Ano atrasado ele teve que pedir o caminhão pipa do Demae para ajudar apagar o fogo e quase morreu por que ficou asfiado pela fumaça. Ano passado pegou fogo e este ano ele acha que se a prefeitura não der um jeito vai ficar muito difícil apagar o fogo no capim totalmente seco.
Um morador que não quis se identificar disse que ano passado passou um motoqueiro para a mina e voltou em alta velocidade e não passou cinco minutos o fogo já estava fora de controle. Que tem uma câmara, mas está bem mais longe. Caso a prefeitura quisesse é só colocar mais câmara nas entradas do futuro Parque que essas pessoas criminosas seriam pegas.
A Sociedade de Defesa do Meio Ambiente – SODEMA sugere ao município criar um espaço público acessível que combine lazer com foco na criança, adolescente e idoso, educação ambiental, ecoturismo, atividades culturais e bem-estar, conectando a comunidade à natureza em um entorno urbano.
Conceito central Integração entre mata nativa, áreas de convivência e atividades ao ar livre, estimulando relaxamento, prática de atividades físicas leves e descoberta de ecossistemas locais.
Trilhas interpretativas: caminhos acessíveis com placas educativas sobre flora, fauna e história local. Bosques contemplativos: áreas com assentos, pontos de silêncio e mirantes para observação da natureza. Áreas de lazer ativo: circuito de alongamento, espaços para yoga, piquenique e lazer infantil com mesas, brinquedos educativos e zonas de sombra. Viveiro/ Jardim botânico compacto: espécies nativas cultivadas em estufa educativa. Preservação do riacho e lago artificial com tratamento natural, área de pesca educativa e pedal boats. Oficinas ambientais e culturais como teatro, músicas, visitas guiadas, mutirões de plantio, feiras de produtores locais.
Preparar acessibilidade com caminhos e serviços inclusivos (rampas, sinalização tátil, banheiros adaptados). Estruturas de apoio: commodes, bebedouros, lixeiras seletivas, pontos de reciclagem. Segurança e manutenção: iluminação pública eficiente, zona de patrulha comunitária e equipe de conservação. Sustentabilidade: captação de água da chuva, compostagem, geração de energia solar para pontos de iluminação.
Podemos obter uma bela qualidade de vida: espaço de convivência saudável, redução de estresse e incentivo à prática de atividades físicas. A educação ambiental buscando a sensibilização sobre biodiversidade local e práticas sustentáveis. E por último fortalecer a economia local: uso de produtos locais, eventos culturais e turismo doméstico.
A Revista Conthato aguarda a fala dos representantes dos órgãos municipais sobre este local.