Quem me acompanha e concede a honraria de ler meus artigos de opinião sabe que nunca fui simpático ao governador paulista, o carioca Tarcísio de Freitas.
Quem me acompanha e concede a honraria de ler meus artigos de opinião sabe que nunca fui simpático ao governador paulista, o carioca Tarcísio de Freitas.
Minha restrição não é muito pelo lado ideológico, até porque, ao longo de minha militância política já teve pleito que pela circunstância fui obrigado a votar em lideranças conservadoras.
Sem luz própria o governador paulista, que no passado foi “Dilmista”, é um líder, sem liderados, uma vez que, é apenas um obediente sabujo vira-lata, que visitou na Papudinha o seu criador, Jair Bolsonaro, e, saiu de lá escorraçado, de pré candidato presidencial a cabo eleitoral de luxo.
Esta ação de Jair Bolsonaro é a sinopse do O BELO ANTÔNIO, que é um filme ítalo-francês de 1960, do gênero drama, dirigido por Mauro Bolognini e com roteiro baseado em romance de Vitaliano Brancati.
A corrupta Faria Lima e seus mecenas apaixonaram pelo seu belo e vistoso Antônio porque imaginam que ele seria o “parceiro ideal”, para consolidar o Estado Mínimo com a extinção das políticas públicas de bem-estar social garantindo assim as benesses e os privilégios das elites carcomidas deste país a custa da miserabilidade da classe trabalhadora.
Todavia, na realidade assim como na ficção O BELO ANTÔNIO que casou com Bárbara, uma jovem rica, que só descobre a verdade de sua impotência sexual depois do casamento.
De maneira que, Tarcísio para contrair núpcias com a Faria Lima teria de provar que não é impotente. Para isto necessitaria da benção de Bolsonaro.
Todavia, se transformou no “O BELO ANTÔNIO” o impotente que buscava a Presidência, mas casado com o Bolsonarismo saiu menor do que era e prisioneiro da candidatura Flávio Bolsonaro, um factóide lançado visando exatamente parar o movimento de Tarcísio, da direita clássica e ao mesmo tempo garantir a perenidade do espólio da família Bolsonaro.
VIVA TARCÍSIO DE FREITAS: O BELO ANTÔNIO.
Il bell’Antonio é um filme ítalo-francês de 1960, do gênero drama, dirigido por Mauro Bolognini e baseado no romance de Vitaliano Brancati. O longa é estrelado por Marcello Mastroianni e Claudia Cardinale.
A história acompanha Antonio Magnano, um jovem burguês extremamente bonito, admirado pelas mulheres por sua fama de “amante ideal”. No entanto, por trás dessa imagem, ele esconde um grave segredo: é impotente. Após se casar com Bárbara, uma jovem rica, a verdade vem à tona somente depois do casamento.
Ambientado na Sicília dos anos 1950, o filme mostra o escândalo social que se instala quando se descobre que, após um ano de matrimônio, a esposa de Antonio continua “intocada”, abalando sua reputação, sua família e os valores morais da comunidade.
O filme recebeu destaque internacional ao conquistar a Vela de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Locarno, em 1960.
ELTON DA COSTA PINTO
elton.costa@hotmail.com
OPINIÃO:
TEXTO EM QUE O AUTOR APRESENTA E DEFENDE SUAS IDEIAS E OPINIÕES, A PARTIR DA INTERPRETAÇÃO DE FATOS E DADOS. ESTE TEXTO NÃO REFLETE, NECESSARIAMENTE, A OPÍNIÃO DA REVISTA CONTHATO.