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JOAQUIM TEÓFILO, 68 anos, é professor efetivo na vaga destinado a pessoa com deficiência auditiva, pardo, residente em Campo Belo (MG) e natural de Coqueiral (MG). É filho de Paulo Teófilo (in memoriam), natural de Nepomuceno (MG), e de Maria Elisa Migliorini Teófilo, natural de Boa Esperança (MG). É o primeiro de doze irmãos (quatro homens e sete mulheres). Casado, é pai de um filho e uma filha, e avô de uma neta e dois netos.
Viveu parte da infância em áreas rurais de Campo Belo (MG), Aguanil (MG) e Anahy (PR), onde trabalhou com o pai na lavoura e no comércio até os 13 anos de idade, estudando em escolas municipais.
Ingressou no Seminário Verbo Divino, no povoado da Penha (município de Corbélia, PR), dando continuidade à sua formação em Toledo, Ponta Grossa e Curitiba (PR), onde se graduou em Filosofia, História e Sociologia. Nesse período, fundou a revista Nova Esperança, em Anahy (PR), atuou como ator em diversas peças teatrais e lecionou Religião no Colégio Pax, em Ponta Grossa. Posteriormente, cursou Exegese Bíblica no Instituto de Cultura Eclesial da Arquidiocese de Curitiba, atuando na Pastoral da Juventude da Paróquia Cristo Rei. Também auxiliou os moradores da Comunidade Jardim Esmeralda, no bairro Xaxim, a conquistarem espaço para a construção de 80 casas.
Participou ativamente da reconstrução da UNE (União Nacional dos Estudantes), em Piracicaba (SP), ocasião em que conheceu Luiz Inácio Lula da Silva. Auxiliou na passeata pela Anistia, em 1979, quando foi detido por algumas horas. Também esteve presente no primeiro grito pelas “Diretas Já!”, em Curitiba.
Em Campo Belo Fez parte das lutas populares do Movimento dos Sem Casa, do Movimento Ambientalista e das mobilizações contra as reformas Trabalhistas e da Previdência, sempre em defesa dos direitos dos animais.
Atuou profissionalmente no SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), em Curitiba (PR). Já na década de 1980, fixou residência em Campo Belo (MG), onde trabalhou no Banco Nacional e, posteriormente, iniciou sua carreira no magistério, lecionando nos colégios Armstrong e Dom Cabral. Também trabalhou como garçom em uma lanchonete na Avenida Afonso Pena.
Concluiu graduação em Letras na cidade de Formiga (MG) e, posteriormente, tornou-se bacharel em Direito pela FADOM, em Divinópolis (MG). Como educador, lecionou em todas as escolas estaduais de Campo Belo: José Otaviano Neves, Abílio Neves, Maria Bauab Gibran, José Monteiro, Jarbas Gambogi, Miguel Rogana, Estadual e Polivalente, além da Escola Estadual Presidente Kennedy, em Candeias (MG).
Possui pós-graduação em História da África e Cultura Afro-Brasileira, além de formação em Letramento pela UFMG. Também estudou Homeoterapia e Fitoterapia pela UFV e cursou Ecoturismo. Atuou como colaborador em veículos de comunicação locais, como os jornais Ocasião e Em Dia, e as revistas Conthato, Via Montesa e Magazine. É membro do Movimento Literário Trovadorismo do Brasil e integra o grupo literário Cadeira 1/2 Fio, com o qual publicou, em co-autoria, o livro Campoesias.
Teve participação marcante na vida comunitária e social de Campo Belo, sendo um dos criadores das associações de moradores de bairros, vilas e povoados de Campo Belo, Cristais, Santana do Jacaré, Perdões e Boa Esperança. Presidiu a Associação Comunitária de Moradores da Feira, onde conquistou para a população as escrituras dos terrenos da Feira e a reforma da Igreja do Congado. Colheu juntos com outros milhares de assinaturas para as emendas populares quando uma comissão foi à Brasília levar para fazer a Constituição de 1988.
Desenvolveu um projeto para implantação do Ensino Médio em Aguanil (MG). Como o governo não viabilizou a construção da escola, os recursos obtidos acabaram sendo utilizados para a construção do Clube Recreativ
Atuou como presidente do Clube do Menor e tesoureiro do Círculo de Trabalhadores Cristãos, período em que participou da criação do Clube dos Trabalhadores, posteriormente doado à Policlínica. Também lecionou História como educador voluntário no cursinho Educafro e desenvolveu o projeto Ubuntu promovendo uma educação antiracista na escola pública.
Presidiu a SODEMA (Sociedade de Defesa do Meio Ambiente). Nessa época, foi eleito para representar as ONGs ambientalistas do Sul de Minas no Conselho de Política Ambiental, com sede em Varginha (MG), posteriormente atuando em âmbito estadual e chegando a ser conselheiro do IEF em Oliveira (MG).
Na esfera religiosa, integrou o grupo de jovens – UVA participou da Pastoral da Sobriedade na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, atuou como catequista na preparação para o Sacramento da Crisma e, atualmente, é membro da Pastoral da Saúde da Paróquia Senhor Bom Jesus.
No esporte, conquistou diversas medalhas como corredor universitário dos 400 metros rasos. Escalou importantes montanhas e picos brasileiros, entre eles Marumbi, Pico da Bandeira, Agulhas Negras e Caratuva. Também participou do campeonato municipal pelo São Luiz Futebol Clube, em Campo Belo.
No carnaval, fez parte da escola de samba Águia de Ouro da Feira, que conquistou dois títulos municipais. Na política, participou das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República em todas as suas candidaturas e também da campanha de Dilma Rousseff. Esteve presente nas mobilizações do movimento Lula Livre em Belo Horizonte, Ouro Preto e Campo Belo, além de ter sido candidato a vereador pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Campo Belo.
Atualmente, coordena o Movimento Pró-Polivalente e o Projeto Escola Verde. Participa ativamente da Subsede Sind-UTE/MG de Campo Belo e exerce a presidência do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Campo Belo. Encontra-se como pré-candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Minas Gerais.
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